Celso Cavalini, nesta data, enviou uma correspondência ao CAO – UMA, protocolada sob nº 11/2005, onde descreve os fatos ocorridos até o presente: “Um assunto sério que nos foi trazido por entidades e pessoas interessadas em meio ambiente e cidadania, e, pela tramitação que pudemos avaliar, somente nos resta recorrer ao Ministério Público do Estado de São Paulo para com urgência providenciar uma ação que se deslumbra em um futuro próximo na grave possibilidade de extinção de parte ou total das poucas das ainda existentes manchas de "mata atlântica" catalogada em área de preservação permanente da Cidade de S. Paulo”.
Veja texto na íntegra.